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Expresso - Palavra de Autor

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Podcast do Expresso sobre livros. De quinze em quinze dias, à quarta-feira, um novo episódio com um convidado do mundo das letras. Escritores, poetas, editores e tradutores são chamados a palco para ler e falar sobre novidades editoriais

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Palavra de Autor #27 Maria do Rosário Pedreira: “Estamos num período baixo da literatura”

Antes mesmo da sul-coreana Han Kang ganhar o Booker Prize em 2016, Maria do Rosário Pedreira já queria comprar o livro que seria distiguido por um dos mais importantes prémios a nível europeu. A “A Vegetariana” seguiu-se a publicação em português de“Atos Humanos” e agora “O Livro Branco”. Esta última obra é o pretexto para uma conversa com uma editora que aposta sobretudo em novos talentos nacionais e está atenta às literaturas de regiões periférias. Neste Palavra de Autor, o último antes das férias de Verão, Maria do Rosário Pedreira conta como se entusiasmou por Han Kang, e pela sua distinta voz, lê passagens de “O Livro Branco”, e fala sobre o que é a literatura, a edição e publicação de livros, e o que faz um bom escritor. No final é desafiada por Cristina Margato a dizer um dos seus poemas (inédito por sinal)

-1 s4 days ago
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Palavra de Autor #27 Maria do Rosário Pedreira: “Estamos num período baixo da literatura”

Palavra de Autor #26 Adelino Gomes: “O Zeca Afonso era a normalidade em tempos anormais”

Gravações de dois concertos de José Afonso ficaram esquecidas durante anos nos arquivos pessoais de dois homens: Jorge Rino e Manuel Mina. Não são gravações profissionais, e estão separadas por alguns anos e uns tantos acontecimentos políticos, nomeadamente, a Crise Académica, o 25 de Abril e o PREC. Foram feitas no entusiasmo do momento. Primeiro em Coimbra, a 4 de Maio de 1968, apenas um dia depois do Maio de 68 em Paris, antes da luta académica ganhar fulgor, depois em Carreço, a 13 de Fevereiro de 1980, depois da direita ter ganhado as primeiras eleições democráticas. As gravações inéditas são alvo de uma edição que reúne dois CDS e um Vinil, “José Afonso Ao Vivo”, e inclui uma investigação de Adelino Gomes que contextualiza o momento em que estes concertos aconteceram

-1 s2 weeks ago
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Palavra de Autor #26 Adelino Gomes: “O Zeca Afonso era a normalidade em tempos anormais”

Palavra de Autor #25 Fernando Lemos: “A solidão é uma trincheira, o lugar onde você ataca e defende, onde você é você ”

Diz que a ditadura de Salazar lhe levou a juventude. Levou-o também para longe. No Brasil, onde se exilou e onde se afirmou como artista multifacetado, dedicou-se a outras artes. Além de fotógrafo mostrou-se pintor, gráfico, escritor. Fez novas amizades. Entre São Paulo e o Rio de Janeiro “abriu a cabeça”. Conviveu com músicos como Vinicius de Morais e Chico Buarque. Deste e do outro lado do oceano Atlântico, Fernando Lemos conheceu gerações notáveis. Em Portugal, e antes de partir, deixando família e noiva, fotografou Arpad Szenes e Vieira da Silva, Sophia de Mello Breyner Andersen, Jorge de Sena, Adolfo Casais Monteiro, Agostinho da Silva, José Cardoso Pires, Cesariny, António Pedro, Glicínia Quartin, Alexandre O’Neill, José-Augusto França... Gente reunida num livro, que não se limita a mostrar os magníficos retratos surrealistas que fez: “Ph. Fernando Lemos” (Edição da Imprensa Nacional). Neste Palavra de Autor, Fernando Lemos conversou com Cristina Margato, sobre uma longa vida, que não tem anos, “tem tempo”. E muito tempo à frente. Porque apesar de já ter 93 anos, Fernando Lemos diz que está à espera de chegar aos 100 anos. E está feliz

-1 sJUN 19
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Palavra de Autor #25 Fernando Lemos: “A solidão é uma trincheira, o lugar onde você ataca e defende, onde você é você ”

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Palavra de Autor #27 Maria do Rosário Pedreira: “Estamos num período baixo da literatura”

Antes mesmo da sul-coreana Han Kang ganhar o Booker Prize em 2016, Maria do Rosário Pedreira já queria comprar o livro que seria distiguido por um dos mais importantes prémios a nível europeu. A “A Vegetariana” seguiu-se a publicação em português de“Atos Humanos” e agora “O Livro Branco”. Esta última obra é o pretexto para uma conversa com uma editora que aposta sobretudo em novos talentos nacionais e está atenta às literaturas de regiões periférias. Neste Palavra de Autor, o último antes das férias de Verão, Maria do Rosário Pedreira conta como se entusiasmou por Han Kang, e pela sua distinta voz, lê passagens de “O Livro Branco”, e fala sobre o que é a literatura, a edição e publicação de livros, e o que faz um bom escritor. No final é desafiada por Cristina Margato a dizer um dos seus poemas (inédito por sinal)

-1 s4 days ago
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Palavra de Autor #27 Maria do Rosário Pedreira: “Estamos num período baixo da literatura”

Palavra de Autor #26 Adelino Gomes: “O Zeca Afonso era a normalidade em tempos anormais”

Gravações de dois concertos de José Afonso ficaram esquecidas durante anos nos arquivos pessoais de dois homens: Jorge Rino e Manuel Mina. Não são gravações profissionais, e estão separadas por alguns anos e uns tantos acontecimentos políticos, nomeadamente, a Crise Académica, o 25 de Abril e o PREC. Foram feitas no entusiasmo do momento. Primeiro em Coimbra, a 4 de Maio de 1968, apenas um dia depois do Maio de 68 em Paris, antes da luta académica ganhar fulgor, depois em Carreço, a 13 de Fevereiro de 1980, depois da direita ter ganhado as primeiras eleições democráticas. As gravações inéditas são alvo de uma edição que reúne dois CDS e um Vinil, “José Afonso Ao Vivo”, e inclui uma investigação de Adelino Gomes que contextualiza o momento em que estes concertos aconteceram

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Diz que a ditadura de Salazar lhe levou a juventude. Levou-o também para longe. No Brasil, onde se exilou e onde se afirmou como artista multifacetado, dedicou-se a outras artes. Além de fotógrafo mostrou-se pintor, gráfico, escritor. Fez novas amizades. Entre São Paulo e o Rio de Janeiro “abriu a cabeça”. Conviveu com músicos como Vinicius de Morais e Chico Buarque. Deste e do outro lado do oceano Atlântico, Fernando Lemos conheceu gerações notáveis. Em Portugal, e antes de partir, deixando família e noiva, fotografou Arpad Szenes e Vieira da Silva, Sophia de Mello Breyner Andersen, Jorge de Sena, Adolfo Casais Monteiro, Agostinho da Silva, José Cardoso Pires, Cesariny, António Pedro, Glicínia Quartin, Alexandre O’Neill, José-Augusto França... Gente reunida num livro, que não se limita a mostrar os magníficos retratos surrealistas que fez: “Ph. Fernando Lemos” (Edição da Imprensa Nacional). Neste Palavra de Autor, Fernando Lemos conversou com Cristina Margato, sobre uma longa vida, que não tem anos, “tem tempo”. E muito tempo à frente. Porque apesar de já ter 93 anos, Fernando Lemos diz que está à espera de chegar aos 100 anos. E está feliz

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