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Jornadas com Beethoven - USP

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Série semanal sobre a vida e a música do compositor Ludwig van Beethoven para comemorar os 250 anos de seu nascimento. A série está dividida em capítulos mensais: o primeiro programa do mês é essencialmente biográfico e delimita o período da vida de Beethoven a ser tratado, cujas músicas são apreciadas nos demais programas do mês.O programa é transmitido pela Rádio USP, às sextas-feiras, às 21h, e disponibilizado como podcast às quartas-feiras.Roteiro e apresentação: Vitor RamirezRevisão: Gustavo Xavier

Latest Episodes

Jornadas com Beethoven #24: A “Nona Sinfonia”

Em 1792, aos 22 anos de idade, Beethoven saiu de Bonn para começar a sua carreira musical em Viena e anotou em seu caderno um projeto de musicar a Ode à Alegria, de Schiller. Mas Schiller era o maior poeta da época para Beethoven, e a Ode à Alegria, em sua defesa dos ideais franco-maçônicos, era ainda mais importante para o compositor. Beethoven, então, trabalhou arduamente o conhecido tema da Ode em mais quatro obras, até escrever, em 1824, sua mais grandiosa composição: a Nona Sinfonia, para orquestra, coro e solistas. Por causa desse longo período de gestação e da variedade de referências que a Nona Sinfonia contém, podemos entendê-la como uma síntese dos trabalhos de Beethoven e de sua concepção de mundo humanista. Nossa série foi pensada de acordo com esse ideal, e por isso escolhemos essa obra para culminar nossa comemoração dos 250 anos de nascimento de Beethoven. Neste programa são apresentados: – O primeiro e o quarto movimento da Nona Sinfonia. Créditos do Programa Roteiro, montagem e apresentação: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier

55 minAUG 19
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Jornadas com Beethoven #24: A “Nona Sinfonia”

Jornadas com Beethoven #23 – O amor e a arte de Beethoven

Neste mês de agosto, a Rádio USP encerra a sua série de comemoração pelos 250 anos de nascimento do compositor Ludwig van Beethoven. Ao longo dos programas apresentamos escritos do compositor e de seus contemporâneos, abordando um período de sua vida que vai desde seu nascimento até a maturidade, quando tinha 40 anos. Com isso pretendemos mostrar um pouco de sua personalidade, colocando-a em diálogo com o seu tempo. Neste último programa biográfico, fechamos a série com documentos que resumem dois temas muito caros a Beethoven: o primeiro é o tema do amor, expresso em sua emocionante carta para a Amada Imortal; já o segundo tema é o da dedicação integral à arte, expresso na belíssima carta que Bettina Brentano escreveu para apresentar Beethoven a Goethe. Neste programa são apresentadas as seguintes obras de Beethoven: – Sonata Patética Opus 13; – Andante da Sétima Sinfonia Opus 92. Créditos do Programa Roteiro, montagem e apresentação: Vitor Ramirez Revis...

60 minAUG 12
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Jornadas com Beethoven #23 – O amor e a arte de Beethoven

Jornadas com Beethoven #22 – Beethoven: proprietário de um cérebro

No programa anterior tratamos de como Beethoven foi uma referência para o cineasta Godard fazer o seu filme Carmen. Mas essa relação entre Beethoven e o cinema pode ser ainda mais rica e, para o compositor brasileiro Willy Corrêa de Oliveira a música de Beethoven é essencialmente cinematográfica. Em seu livro Beethoven: o proprietário de um cérebro, ele parte de um olhar musical do século 20 para mostrar como procedimentos típicos do cinema, tais como a montagem, o fade in e o fade out podem ser encontrados na sonata Appassionata Opus 57, de Beethoven. Além disso, observa quais contribuições a obra de Beethoven pode trazer para a música erudita contemporânea. Neste programa, são apresentadas: – Sonata Appassionata Opus 57, de Ludwig van Beethoven; – Instante nº 2, de Willy Corrêa de Oliveira; – Concerto nº 5 Opus 73 “Imperador”, de Ludwig van Beethoven. Créditos do Programa Roteiro, montagem e apresentação: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier

68 minAUG 6
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Jornadas com Beethoven #22 – Beethoven: proprietário de um cérebro

Jornadas com Beethoven #21: “Quartetos Opus 59”: Ousadia, ousadia e ainda mais ousadia

Os Quartetos de Corda Razumovsky – Opus 59 foram escritos por Beethoven em 1806 e marcaram época pelo frescor de sua música nova, que reinventou a escrita para cordas. Foi a partir desses quartetos, por exemplo, que o cineasta Jean-Luc Godard elaborou o seu filme Carmen, tematizando a sensualidade arrebatadora da personagem a partir do último quarteto do Opus 59. Um outro caso de inspiração motivada por esses quartetos foi a de uma concisa peça para piano escrita pelo compositor brasileiro Willy Corrêa de Oliveira, o Camafeu sobre a Efígie de Beethoven. Neste programa são feitos alguns apontamentos sobre o porquê do Opus 59 ter inspirado artistas tão diferentes. São apresentados: – O Quarteto Opus 59 n. 1, de Ludwig van Beethoven; – O terceiro movimento (Andante) do Opus 59 n. 3, de Ludwig van Beethoven; – O Camafeu sobre a Efígie de Beethoven, de Willy Corrêa de Oliveira. Créditos do Programa Roteiro, montagem e apresentação: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier

58 minJUL 29
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Jornadas com Beethoven #21: “Quartetos Opus 59”: Ousadia, ousadia e ainda mais ousadia

Jornadas com Beethoven #20: Trio dos fantasmas, felicidade na turbulência

O alento que Beethoven encontrou junto de sua amiga Marie Erdödy no difícil ano de 1808 influiu diretamente em sua música, tendo sido dedicado a essa mulher dois pequenos marcos em sua trajetória: os trios Opus 70 e as duas sonatas para Cello e Piano Opus 102. O primeiro trio do Opus 70, também chamado de “trio dos fantasmas”, foi definido pelo crítico musical E. T. A. Hoffman como a manifestação do “espírito romântico da música presente no fundo da alma de Beethoven”. Já a segunda sonata para Cello e Piano Opus 102 assombrou os seus contemporâneos pela retomada da fuga barroca, tendo sido compreendida apenas muitos anos depois. Neste programa são apresentadas: – Trio Opus 70 n. 1, também chamado de “Trio dos Fantasmas”, de Ludwig van Beethoven; – Sonata para Cello e Piano do Opus 102 n. 2, de Ludwig van Beethoven; – Contrapunctus 9, da Arte da Fuga, de J. S. Bach. Créditos do programa Roteiro, apresentação e montagem: Vitor Ramirez

58 minJUL 22
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Jornadas com Beethoven #20: Trio dos fantasmas, felicidade na turbulência

Jornadas com Beethoven #19: Sinfonia “Pastoral”, a emoção da natureza

No verão de 1806, logo depois de quase quebrar uma cadeira na cabeça do príncipe da Prússia, Beethoven foi visitar sua amiga Marie Bigot, tendo-a tratado muito ternamente e até lhe dedicado sua sonata Apassionata. Essa mudança abrupta de temperamento é um traço característico de Beethoven que transparece fortemente em sua música e, em especial, na oposição entre sua quinta sinfonia (que evoca a luta do homem contra seu destino) e sua sexta sinfonia (“uma lembrança da vida campestre, sendo mais expressão da sensação que pintura”, nas palavras do compositor). Este programa aborda a ternura da sexta sinfonia, chamada de Pastoral pelo próprio Beethoven. Complementamos esse caloroso interesse de nosso compositor pela vida campestre com dois de seus arranjos sobre melodias folclóricas escocesas. Neste programa, são apresentadas: – Sinfonia nº 6 Pastoralopus 68; – Canções Entardecer e Junte-se, junte-se a nós querido amigo, do opus 108. Créditos do Programa Rote...

56 minJUL 15
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Jornadas com Beethoven #19: Sinfonia “Pastoral”, a emoção da natureza

Jornadas com Beethoven #18: Há apenas um Beethoven

Segundo o compositor Ferdinand Ries, “se não fosse pelo conde Oppersdorff e alguns outros, nós teríamos visto uma briga brutal, pois Beethoven havia empunhado uma cadeira e ia quebrá-la na cabeça do príncipe Lichnowsky”. Essa cadeira, erguida por Beethoven no verão de 1807, marca o momento em que ele rompeu de vez suas relações com a nobreza vienense. Recusando Lichnowsky – seu mecenas e príncipe da Prússia – Beethoven aventura-se como compositor independente e, altaneiro, enfrenta o desamparo e a precariedade dos novos tempos burgueses. Neste programa são apresentadas: – Sonata Appassionata op. 57, em fá menor – Da Sinfonia nº 6, a Pastoral, o movimento “cena no riacho” Créditos do Programa: Roteiro, montagem e apresentação: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier

66 minJUL 8
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Jornadas com Beethoven #18: Há apenas um Beethoven

Jornadas com Beethoven #17: Da Alemanha para a Hungria – “Concerto para piano nº 4”

O Concerto para piano nº 4 e a Sinfonia Eroica, de Beethoven, foram compostos na mesma época e partem de um impulso em comum. Nesse concerto o compositor reafirma sua insubordinação às convenções musicais do período clássico ao não tratar o piano como uma via para se reexpor os materiais apresentados pela orquestra, mas sim equiparar os papéis de ambos. Ao integrar esses dois opostos (o tutti orquestral e o solo pianístico) no fluir do discurso musical, Beethoven criou um novo tipo de concerto que foi fundamental para os compositores futuros. Dentre eles, citamos o caso do húngaro Béla Bartók, cujo Concerto para Piano nº 3, escrito em 1945, dialoga estritamente com o segundo movimento do Concerto nº 4 de Beethoven. Neste programa, são apresentadas duas obras, mostrando suas similaridades: – Concerto para piano nº 4, composto por Ludwig van Beethoven; – Concerto para piano nº 3, composto por Béla Bartók. Créditos do programa: Roteiro, apresentação e montage...

64 minJUL 1
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Jornadas com Beethoven #17: Da Alemanha para a Hungria – “Concerto para piano nº 4”

Jornadas com Beethoven #16: Fidelio, ópera de Beethoven

Mozart escreveu 22 óperas ao longo de sua vida, Salieri 37 e Beethoven apenas uma: a Fidelio, opus 72b. Tendo custado 12 anos de trabalho, Fidelio foi composta em 1814 e era considerada por Beethoven como “o filho que havia custado mais dores do que os outros e que causou também a maior preocupação”. O esforço dedicado nesse longo tempo da composição de Fidelio resultou em uma ópera de construção totalmente original para a história do gênero, com inovações que só foram compreendidas muito tempo depois. Não por menos, em 1824, o próprio Beethoven disse: “Fidelio não foi compreendida pelo seu púbico, mas eu o sei, ela ainda será apreciada”. Neste programa comentamos trechos da ópera a fim de demonstrar sua originalidade. Créditos do Programa Roteiro, apresentação e montagem: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier

58 minJUN 24
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Jornadas com Beethoven #16: Fidelio, ópera de Beethoven

Jornadas com Beethoven #15 – Sinfonia Eroica

Como na prosa de Hemingway, a Sinfonia Eroica está despida de qualquer boa educação. Escrita em 1805, essa sinfonia de Beethoven é marcada pelos intensos ataques orquestrais e pelos sforzandos irregulares, ambos demonstrando um uso explosivo da orquestra que é amarrado pelo cérebro de Beethoven em uma música de quase uma hora de duração. Este programa continua a linha do anterior, tratando dessa sinfonia que, nas palavras dos musicólogos Jean e Brigitte Massin, traduziu o ímpeto da Revolução Francesa em sua grandiosidade e força. No programa, é apresentada: – Sinfonia 3 ‘Eroica’ – Opus 55, de Beethoven. Créditos do Programa: Montagem, apresentação e roteiro: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier

58 minJUN 17
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Jornadas com Beethoven #15 – Sinfonia Eroica

Latest Episodes

Jornadas com Beethoven #24: A “Nona Sinfonia”

Em 1792, aos 22 anos de idade, Beethoven saiu de Bonn para começar a sua carreira musical em Viena e anotou em seu caderno um projeto de musicar a Ode à Alegria, de Schiller. Mas Schiller era o maior poeta da época para Beethoven, e a Ode à Alegria, em sua defesa dos ideais franco-maçônicos, era ainda mais importante para o compositor. Beethoven, então, trabalhou arduamente o conhecido tema da Ode em mais quatro obras, até escrever, em 1824, sua mais grandiosa composição: a Nona Sinfonia, para orquestra, coro e solistas. Por causa desse longo período de gestação e da variedade de referências que a Nona Sinfonia contém, podemos entendê-la como uma síntese dos trabalhos de Beethoven e de sua concepção de mundo humanista. Nossa série foi pensada de acordo com esse ideal, e por isso escolhemos essa obra para culminar nossa comemoração dos 250 anos de nascimento de Beethoven. Neste programa são apresentados: – O primeiro e o quarto movimento da Nona Sinfonia. Créditos do Programa Roteiro, montagem e apresentação: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier

55 minAUG 19
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Jornadas com Beethoven #24: A “Nona Sinfonia”

Jornadas com Beethoven #23 – O amor e a arte de Beethoven

Neste mês de agosto, a Rádio USP encerra a sua série de comemoração pelos 250 anos de nascimento do compositor Ludwig van Beethoven. Ao longo dos programas apresentamos escritos do compositor e de seus contemporâneos, abordando um período de sua vida que vai desde seu nascimento até a maturidade, quando tinha 40 anos. Com isso pretendemos mostrar um pouco de sua personalidade, colocando-a em diálogo com o seu tempo. Neste último programa biográfico, fechamos a série com documentos que resumem dois temas muito caros a Beethoven: o primeiro é o tema do amor, expresso em sua emocionante carta para a Amada Imortal; já o segundo tema é o da dedicação integral à arte, expresso na belíssima carta que Bettina Brentano escreveu para apresentar Beethoven a Goethe. Neste programa são apresentadas as seguintes obras de Beethoven: – Sonata Patética Opus 13; – Andante da Sétima Sinfonia Opus 92. Créditos do Programa Roteiro, montagem e apresentação: Vitor Ramirez Revis...

60 minAUG 12
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Jornadas com Beethoven #23 – O amor e a arte de Beethoven

Jornadas com Beethoven #22 – Beethoven: proprietário de um cérebro

No programa anterior tratamos de como Beethoven foi uma referência para o cineasta Godard fazer o seu filme Carmen. Mas essa relação entre Beethoven e o cinema pode ser ainda mais rica e, para o compositor brasileiro Willy Corrêa de Oliveira a música de Beethoven é essencialmente cinematográfica. Em seu livro Beethoven: o proprietário de um cérebro, ele parte de um olhar musical do século 20 para mostrar como procedimentos típicos do cinema, tais como a montagem, o fade in e o fade out podem ser encontrados na sonata Appassionata Opus 57, de Beethoven. Além disso, observa quais contribuições a obra de Beethoven pode trazer para a música erudita contemporânea. Neste programa, são apresentadas: – Sonata Appassionata Opus 57, de Ludwig van Beethoven; – Instante nº 2, de Willy Corrêa de Oliveira; – Concerto nº 5 Opus 73 “Imperador”, de Ludwig van Beethoven. Créditos do Programa Roteiro, montagem e apresentação: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier

68 minAUG 6
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Jornadas com Beethoven #22 – Beethoven: proprietário de um cérebro

Jornadas com Beethoven #21: “Quartetos Opus 59”: Ousadia, ousadia e ainda mais ousadia

Os Quartetos de Corda Razumovsky – Opus 59 foram escritos por Beethoven em 1806 e marcaram época pelo frescor de sua música nova, que reinventou a escrita para cordas. Foi a partir desses quartetos, por exemplo, que o cineasta Jean-Luc Godard elaborou o seu filme Carmen, tematizando a sensualidade arrebatadora da personagem a partir do último quarteto do Opus 59. Um outro caso de inspiração motivada por esses quartetos foi a de uma concisa peça para piano escrita pelo compositor brasileiro Willy Corrêa de Oliveira, o Camafeu sobre a Efígie de Beethoven. Neste programa são feitos alguns apontamentos sobre o porquê do Opus 59 ter inspirado artistas tão diferentes. São apresentados: – O Quarteto Opus 59 n. 1, de Ludwig van Beethoven; – O terceiro movimento (Andante) do Opus 59 n. 3, de Ludwig van Beethoven; – O Camafeu sobre a Efígie de Beethoven, de Willy Corrêa de Oliveira. Créditos do Programa Roteiro, montagem e apresentação: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier

58 minJUL 29
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O alento que Beethoven encontrou junto de sua amiga Marie Erdödy no difícil ano de 1808 influiu diretamente em sua música, tendo sido dedicado a essa mulher dois pequenos marcos em sua trajetória: os trios Opus 70 e as duas sonatas para Cello e Piano Opus 102. O primeiro trio do Opus 70, também chamado de “trio dos fantasmas”, foi definido pelo crítico musical E. T. A. Hoffman como a manifestação do “espírito romântico da música presente no fundo da alma de Beethoven”. Já a segunda sonata para Cello e Piano Opus 102 assombrou os seus contemporâneos pela retomada da fuga barroca, tendo sido compreendida apenas muitos anos depois. Neste programa são apresentadas: – Trio Opus 70 n. 1, também chamado de “Trio dos Fantasmas”, de Ludwig van Beethoven; – Sonata para Cello e Piano do Opus 102 n. 2, de Ludwig van Beethoven; – Contrapunctus 9, da Arte da Fuga, de J. S. Bach. Créditos do programa Roteiro, apresentação e montagem: Vitor Ramirez

58 minJUL 22
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No verão de 1806, logo depois de quase quebrar uma cadeira na cabeça do príncipe da Prússia, Beethoven foi visitar sua amiga Marie Bigot, tendo-a tratado muito ternamente e até lhe dedicado sua sonata Apassionata. Essa mudança abrupta de temperamento é um traço característico de Beethoven que transparece fortemente em sua música e, em especial, na oposição entre sua quinta sinfonia (que evoca a luta do homem contra seu destino) e sua sexta sinfonia (“uma lembrança da vida campestre, sendo mais expressão da sensação que pintura”, nas palavras do compositor). Este programa aborda a ternura da sexta sinfonia, chamada de Pastoral pelo próprio Beethoven. Complementamos esse caloroso interesse de nosso compositor pela vida campestre com dois de seus arranjos sobre melodias folclóricas escocesas. Neste programa, são apresentadas: – Sinfonia nº 6 Pastoralopus 68; – Canções Entardecer e Junte-se, junte-se a nós querido amigo, do opus 108. Créditos do Programa Rote...

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Segundo o compositor Ferdinand Ries, “se não fosse pelo conde Oppersdorff e alguns outros, nós teríamos visto uma briga brutal, pois Beethoven havia empunhado uma cadeira e ia quebrá-la na cabeça do príncipe Lichnowsky”. Essa cadeira, erguida por Beethoven no verão de 1807, marca o momento em que ele rompeu de vez suas relações com a nobreza vienense. Recusando Lichnowsky – seu mecenas e príncipe da Prússia – Beethoven aventura-se como compositor independente e, altaneiro, enfrenta o desamparo e a precariedade dos novos tempos burgueses. Neste programa são apresentadas: – Sonata Appassionata op. 57, em fá menor – Da Sinfonia nº 6, a Pastoral, o movimento “cena no riacho” Créditos do Programa: Roteiro, montagem e apresentação: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier

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Jornadas com Beethoven #17: Da Alemanha para a Hungria – “Concerto para piano nº 4”

O Concerto para piano nº 4 e a Sinfonia Eroica, de Beethoven, foram compostos na mesma época e partem de um impulso em comum. Nesse concerto o compositor reafirma sua insubordinação às convenções musicais do período clássico ao não tratar o piano como uma via para se reexpor os materiais apresentados pela orquestra, mas sim equiparar os papéis de ambos. Ao integrar esses dois opostos (o tutti orquestral e o solo pianístico) no fluir do discurso musical, Beethoven criou um novo tipo de concerto que foi fundamental para os compositores futuros. Dentre eles, citamos o caso do húngaro Béla Bartók, cujo Concerto para Piano nº 3, escrito em 1945, dialoga estritamente com o segundo movimento do Concerto nº 4 de Beethoven. Neste programa, são apresentadas duas obras, mostrando suas similaridades: – Concerto para piano nº 4, composto por Ludwig van Beethoven; – Concerto para piano nº 3, composto por Béla Bartók. Créditos do programa: Roteiro, apresentação e montage...

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58 minJUN 24
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Jornadas com Beethoven #16: Fidelio, ópera de Beethoven

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Como na prosa de Hemingway, a Sinfonia Eroica está despida de qualquer boa educação. Escrita em 1805, essa sinfonia de Beethoven é marcada pelos intensos ataques orquestrais e pelos sforzandos irregulares, ambos demonstrando um uso explosivo da orquestra que é amarrado pelo cérebro de Beethoven em uma música de quase uma hora de duração. Este programa continua a linha do anterior, tratando dessa sinfonia que, nas palavras dos musicólogos Jean e Brigitte Massin, traduziu o ímpeto da Revolução Francesa em sua grandiosidade e força. No programa, é apresentada: – Sinfonia 3 ‘Eroica’ – Opus 55, de Beethoven. Créditos do Programa: Montagem, apresentação e roteiro: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier

58 minJUN 17
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Jornadas com Beethoven #15 – Sinfonia Eroica
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