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Séries e reportagens especiais feitas pelo time do Jornal da USP. Temas de fronteira da ciência, debates atuais, curiosidades e educação.

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Laboratório da USP oferece psicoterapia on-line para público da terceira idade

A saúde mental é um dos pilares mais importantes para o bem-estar humano, mas, diante de diversas outras preocupações, ela é constantemente deixada de lado por muitos de nós. No entanto, durante a pandemia, os cuidados com a saúde mental têm se tornado cada vez mais prioritários para todas as faixas etárias. Pensando nisso, o Laboratório de Investigações Médicas 27 (LIM-27), localizado no Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP, organizou um Grupo de Envelhecimento e Amadurecimento. Na quarentena, a iniciativa tem conduzido sessões on-line de psicoterapia para o público da terceira idade. Para explicar sobre o papel do LIM-27 e sua iniciativa mais recente, conversamos com Orestes Forlenza, coordenador da parte clínica e de pesquisa do laboratório. Além dele, ouvimos as especialistas Dorli Kamkhagi e Ana Carolina Costa, ambas coordenadoras do projeto. De acordo com eles, o trabalho que está sendo realizado nesse período é de “extrema importância”, especificamente por ser focado no público idoso, que faz parte do grupo de risco da covid-19. As especialistas contam que, durante os atendimentos, os idosos registram seu sofrimento diante do isolamento social, especialmente por permanecerem distantes de familiares. Para Dorli, o acolhimento fornecido pela terapia on-line tem gerado um retorno positivo mútuo entre especialistas e público-alvo. “A gente percebeu o quanto que eles queriam esse contato, precisavam dessa ajuda e o quanto eles se sentiram gratificados, assim como nós”, finaliza. Saiba mais sobre o Laboratório de Investigações Médicas 27 clicando aqui. Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga noSpotify, noApple Podcastsou seu aplicativo de podcast favorito. Ficha técnica Reportagem e roteiro: Gabriel Guerra Produção: Denis Pacheco Edição: André Leite e Guilherme Fiorentini

17 min2 w ago
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Laboratório da USP oferece psicoterapia on-line para público da terceira idade

Grupo reúne pesquisadores do Brasil para estudar a geografia da pandemia

Depois de tantos meses de pandemia, não restam dúvidas de que a crise causada pelo novo coronavírus atingiu o mundo de forma sem precedentes. Fronteiras fechadas, tensões diplomáticas, disputas políticas e abalos econômicos continuam a afetar inúmeros países do globo com o avanço da covid-19. Com a intenção de analisar o momento urgente em que vivemos, um grupo de colegas da pós-graduação em geografia humana da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, liderou a criação do grupo de trabalho Geografia e covid-19. A ideia central é observar a crise planetária sob a perspectiva da ciência geográfica. Para o geógrafo Daniel Bruno Vasconcelos, um dos idealizadores do GT, quando se trata da geopolítica mundial, o momento é de alta instabilidade já que, mesmo para especialistas da área, “é quase impossível enumerar os diversos movimentos diplomáticos e econômicos que estão sendo determinantes para a mudança de cenário nas relações internacionais”. Por isso, o grupo acredita que uma nova área de estudo esteja nascendo: a geografia da pandemia. “A geografia da pandemia é a geografia do nosso tempo, um entrelace de diversas áreas dessa ciência, a geografia política, a geografia econômica, a geografia urbana, a geografia da população, a geografia da saúde, dentre outras. Todas essas áreas se encontram para formar a geografia da pandemia, para compreender o que está acontecendo no mundo hoje, desde uma análise microespacial, com estudos urbanos de determinados bairros, até mesmo uma análise geopolítica mundial, com estudos de relações políticas entre determinados países”, esclarece ele. A partir da realização de um seminário que reuniu inicialmente pesquisadores da própria USP, o grupo expandiu o convite para especialistas de todas as universidades do Brasil. Na opinião de Vasconcelos, a nova fase reflete a crença do grupo de que “a construção do conhecimento é uma construção conjunta” e a chegada de pesquisadores de todo o País contribuiu para ampliar a diversidade de assuntos abordados pelo grupo, que tem produzido materiais em textos, vídeos e podcasts. Para saber mais, acesse o site do GT neste link. Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga noSpotify, noApple Podcastsou seu aplicativo de podcast favorito. Ficha técnica Reportagem: Giovanna Stael Produção: Denis Pacheco Edição: Beatriz Juska e Guilherme Fiorentini

15 minAUG 19
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Grupo reúne pesquisadores do Brasil para estudar a geografia da pandemia

Projeto da USP registra os sons da quarentena nas ruas e janelas da cidade

Dentre as muitas mudanças trazidas pela longa e inconstante quarentena que vivemos, uma das mais marcantes tem sido a transformação da paisagem sonora das nossas grandes cidades. O barulho constante de buzinas diminuiu e, em grandes centros urbanos, é possível até mesmo ouvir o canto dos pássaros no meio do dia. Entretanto, em diferentes cantos da mesma metrópole, o isolamento social causou um aumento dos ruídos do cotidiano que, em bairros distintos, são caracterizados por crianças brincando nas ruas, vendedores ambulantes disputando espaço e música alta das janelas. Nas primeiras semanas da quarentena, uma turma da pós-graduação em Design da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP começou a discutir, em encontros on-line, os efeitos da mudança na paisagem sonora ao nosso redor. Juntos, os pesquisadores teorizaram sobre como a quarentena se projeta de forma particular em cada região da cidade. Dessa discussão surgiu o projeto Janelas Desobedientes, que resultou em um banco de áudios com quase 2 mil arquivos. Para a professora Giselle Beiguelman, coordenadora do projeto, “o som é um documento da multiplicidade que o isolamento social projeta no espaço urbano”. Ela e seus alunos se comprometeram a captar os sons da cidade, cada um da sua casa, a princípio em três faixas horárias do dia. Após semanas de coleta de registros, para a professora os áudios demonstraram, entre diversas outras conclusões, como a pandemia causada pelo novo coronavírus adquiriu contornos ideológicos e políticos no Brasil, destacando a disputa de narrativa anunciada pelos gritos e panelaços, que aconteciam em reação a decisões, demissões ou pronunciamentos do Executivo. De acordo com Giselle, “o som é a membrana mais porosa para se compreender as dinâmicas da cultura urbana em um período tão particular como este que nós estamos vivendo”. Os áudios coletados serão organizados numa plataforma que será disponibilizada em breve na internet. Leia mais: Como são os sons da cidade na quarentena? Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga noSpotify, noApple Podcastsou seu aplicativo de podcast favorito. Ficha técnica Reportagem: Giovanna Stael Produção: Denis Pacheco Edição: Guilherme Fiorentini

16 minJUL 22
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Projeto da USP registra os sons da quarentena nas ruas e janelas da cidade

Ligas de Mercado Financeiro aproximam jovens universitários dos profissionais

As Ligas de Mercado Financeiro são entidades que fazem a ponte entre o ambiente universitário e o mercado de trabalho. Por meio delas, estudantes da graduação começam a ter contato prático com o universo das finanças, indo além da teoria desenvolvida nas aulas. Para explicar mais sobre a importância e a atuação destes grupos, no Jornal da USP+ desta semana conversamos com Henrique Aquino, presidente da Poli Finance, da Escola Politécnica (Poli) da USP, e Isabel Saffioti, Victor Romano e Jonas Foz, respectivamente, presidente, vice-presidente e chefe de diretorias da Liga de Mercado Financeiro da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. Durante a entrevista, os estudantes dão detalhes sobre os diversos projetos capitaneados pelas ligas e explicam como funcionam as competições internacionais do mercado financeiro. Além disso, os futuros profissionais opinam sobre importância de existirem grupos como estes durante a formação universitária. Para Victor Romano, as ligas podem servir como um estímulo adicional durante o curso. “As entidades de forma geral têm um papel muito importante na permanência do próprio aluno na faculdade; às vezes, ele se sente desestimulado e na entidade [é possível realizar diferentes] atividades que são muito importantes dentro da faculdade”, afirma. Saiba mais sobre a Liga de Mercado Financeiro da FEA e Poli Finance. Leia mais: Alunas da USP conquistam posição inédita em desafio de finanças de Harvard. Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga noSpotify, noApple Podcastsou seu aplicativo de podcast favorito. Ficha técnica Reportagem e roteiro: Gabriel Guerra Produção: Denis Pacheco Edição: Guilherme Fiorentini

9 minJUN 17
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Ligas de Mercado Financeiro aproximam jovens universitários dos profissionais

Ouvidorias são símbolos de transparência e de defesa da comunidade

As ouvidorias são um dos marcos do processo de redemocratização brasileira. Elas exercem a importante função de ser a ponte de diálogo entre os cidadãos e a administração, tanto na esfera pública quanto na privada. Na USP a Ouvidoria Geral foi criada em 2001, há 19 anos. Mas, mesmo com quase duas décadas de funcionamento ainda existem dúvidas sobre como funciona e o que faz esse tipo de órgão. Para esclarecer um pouco mais sobre o papel das ouvidorias e entender o que é preciso para se tornar um ouvidor, conversamos com Alice Abi-Eçab, ouvidora da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Alice, que é formada em Serviço Social e possui mestrado na área, afirma que existem habilidades e técnicas que são imprescindíveis para a atuação de um ouvidor. Entre elas, a especialista destaca a importância de uma comunicação cidadã, ou seja, “uma linguagem cidadã, que é aquela linguagem em que qualquer pessoa de qualquer nível de instrução compreende”. Na opinião dela, a presença de ouvidorias tende a crescer quanto mais forte é uma democracia. “Para o bem da transparência pública, é esperado que as ouvidorias continuem a crescer, já que elas garantem que o diálogo entre o público e as instituições se estabeleça de forma clara e plural”, pontua. Saiba mais sobre a Ouvidoria da FM clicando aqui. Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga noSpotify, noApple Podcastsou seu aplicativo de podcast favorito. Ficha técnica Reportagem e roteiro: Gabriel Guerra Produção: Denis Pacheco Edição: Guilherme Fiorentini

7 minMAY 20
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Ouvidorias são símbolos de transparência e de defesa da comunidade

Durante pandemia, grupo da USP oferece atendimento psicológico on-line e gratuito

Seja pelo medo de ficar doente, de perder alguém, ou mesmo pela ansiedade provocada pelo longo período em isolamento, não há quem não sinta no corpo e na mente algum efeito da pandemia. Pensando no sofrimento psicológico crescente que permeia a população durante a crise do novo coronavírus, o Instituto de Psicologia (IP) da USP estruturou um programa de atendimento on-line para atender alunos, professores e funcionários que compõem a comunidade USP. Para participar, os interessados devem se cadastrar no site da iniciativa. Após o preenchimento do formulário oficial, a equipe entra em contato em até 2 dias úteis para efetuar o agendamento da primeira consulta via videoconferência. De acordo com o professor Pablo Castanho, um dos coordenadores do projeto, a ansiedade é a queixa prevalente não apenas nos formulários recebidos, mas também registrada pelos próprios psicólogos que efetuam os atendimentos. Para Castanho, “uma das particularidades que a literatura da psicologia em situações de pandemia coloca é que quem está atendendo também está submetido aos mesmos fatores estressantes que a maior parte da população”. Por isso, o professor reforça a importância do braço educativo do projeto, que oferece capacitação aos psicólogos colaboradores e os qualifica para o trabalho necessário neste momento. Para o psicólogo, a iniciativa emergencial presta auxílio não apenas ao público atendido diretamente, mas também ao traçar modelos de referência para profissionais da área, modelos que são fundamentais na linha de frente do combate à pandemia. Para saber mais, é possível entrar em contato com a equipe de atendimento pelo e-mail psi.online@usp.br. Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga noSpotify, noApple Podcastsou seu aplicativo de podcast favorito. Ficha técnica Reportagem: Giovanna Stael Produção: Denis Pacheco Edição: Guilherme Fiorentini

11 minMAY 13
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Durante pandemia, grupo da USP oferece atendimento psicológico on-line e gratuito

Fazenda digital da USP leva inovação para produção agrícola

Uma “Fazenda Conectada”. Este é o novo projeto que está tornando a Fazenda Areão mais moderna. O local faz parte da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, e é utilizado para atividades de ensino, pesquisa e extensão. Em parceria com empresas de tecnologias, como a Vivo e Ericsson, além das startups Smart Agri e Ativa Soluções, a fazenda da Esalq passou a utilizar IoT, sigla em inglês para Internet das Coisas. A tecnologia permite que por meio do acompanhamento de dados on-line, em tempo real, os pesquisadores possam tomar decisões mais rápidas e assertivas com relação às plantações. Para entender como a técnica foi implementada e quais serão os próximos passos, conversamos com o professor Felipe Pilau, do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Esalq, e com Edson Rennó, CEO da Ativa Soluções, startup responsável pela instalação da IoT na Fazenda. A proposta é que além de estudantes, docentes e demais pesquisad...

6 min2019 DEC 10
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Fazenda digital da USP leva inovação para produção agrícola

“Nenhuma história se resume a apenas uma palavra”

Como você resumiria a sua história? Na nova edição do Jornal da USP +, conversamos com Márcio Rogério Penha, funcionário de um dos laboratórios do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. Com mestrado e doutorado em Psicobiologia pela USP, Márcio possui uma longa carreira de trabalho e pesquisa, e sua trajetória foi intermediada por uma doença na retina chamada degeneração tapetorretiniana, que afetou drasticamente sua visão. Entretanto, ao narrar sua própria história, o especialista evita resumi-la na palavra “superação”. Seu primeiro contato com a área de Biologia ocorreu quando era adolescente, por intermédio do pai que trabalhava no Laboratório de Genética da FMRP. Após transitar por outros ambientes de pesquisa, decidiu que essa área seria sua vida. Formado em Biologia no Centro Universitário Barão de Mauá, Márcio completou sua pós-graduação na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Pr...

15 min2019 NOV 23
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“Nenhuma história se resume a apenas uma palavra”

Você já parou para escutar o que os diferentes tipos de som têm a nos dizer?

No colégio, aprendemos que o som é uma onda de energia que se propaga em meios materiais, como o are a água, por exemplo. Mas além de ser um fenômeno da física, você já parou para pensar em todos os mistérios que cercam os sons ao nosso redor? NoNúcleo de Pesquisas em Sonologia (NuSom), da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, em São Paulo, pesquisadores voltam suas mentes e ouvidos para entender diferentes questões que envolvem o estudo do som. Para o professorFernando Iazzetta, coordenador do NuSom e docente doDepartamento de Música da ECA, estudar os sons envolve perceber como “relações políticas, raciais, de gênero” se fazem presentes nas diversas produções sonoras. Além disso, para o especialista, compreender os contextos por trás de sons e músicas pode nos ajudar a planejar espaços urbanos, ampliar nossa compreensão sobre comunidades que compõem a cidade e até descobrir como esse tipo de produção pode ser usada contra nós, em guerras, po...

13 min2019 SEP 12
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Você já parou para escutar o que os diferentes tipos de som têm a nos dizer?

“Profissão: Meteorologia”: Conheça a carreira de quem está de olho no céu

As chances são altas de que você, quando pensa em meteorologia, associe imediatamente com “o rapaz ou a moça do tempo”. Essa éa parte visível da área, presente na grande maioria dos jornais televisivos. Mas existe muito mais sobre a previsão do que avisar espectadores se é para sair com guarda-chuva ou não. O meteorologista é um cientista que trabalha com física aplicada, o que significa ter um grande domínio sobre as teorias da Física e usá-lo para fazer previsões nos mais diversos campos. A área envolve estudar a atmosfera da Terra, as causas das variações climáticas e os fenômenos naturais, ou seja, todas aquelas dinâmicas de temperatura do ar e da pressão atmosférica, e tudo que envolve vento, umidade, formação de nuvens e precipitações. Cada vez mais, o profissional da meteorologia é visto como um cientista de dados por sua capacidade de trabalhar com grandes quantidades de informação. O curso de Bacharelado em Meteorologia do Instituto de Astron...

24 min2019 APR 29
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“Profissão: Meteorologia”: Conheça a carreira de quem está de olho no céu
the END

Latest Episodes

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Ligas de Mercado Financeiro aproximam jovens universitários dos profissionais

As Ligas de Mercado Financeiro são entidades que fazem a ponte entre o ambiente universitário e o mercado de trabalho. Por meio delas, estudantes da graduação começam a ter contato prático com o universo das finanças, indo além da teoria desenvolvida nas aulas. Para explicar mais sobre a importância e a atuação destes grupos, no Jornal da USP+ desta semana conversamos com Henrique Aquino, presidente da Poli Finance, da Escola Politécnica (Poli) da USP, e Isabel Saffioti, Victor Romano e Jonas Foz, respectivamente, presidente, vice-presidente e chefe de diretorias da Liga de Mercado Financeiro da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. Durante a entrevista, os estudantes dão detalhes sobre os diversos projetos capitaneados pelas ligas e explicam como funcionam as competições internacionais do mercado financeiro. Além disso, os futuros profissionais opinam sobre importância de existirem grupos como estes durante a formação universitária. Para Victor Romano, as ligas podem servir como um estímulo adicional durante o curso. “As entidades de forma geral têm um papel muito importante na permanência do próprio aluno na faculdade; às vezes, ele se sente desestimulado e na entidade [é possível realizar diferentes] atividades que são muito importantes dentro da faculdade”, afirma. Saiba mais sobre a Liga de Mercado Financeiro da FEA e Poli Finance. Leia mais: Alunas da USP conquistam posição inédita em desafio de finanças de Harvard. Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga noSpotify, noApple Podcastsou seu aplicativo de podcast favorito. Ficha técnica Reportagem e roteiro: Gabriel Guerra Produção: Denis Pacheco Edição: Guilherme Fiorentini

9 minJUN 17
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Ouvidorias são símbolos de transparência e de defesa da comunidade

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7 minMAY 20
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Seja pelo medo de ficar doente, de perder alguém, ou mesmo pela ansiedade provocada pelo longo período em isolamento, não há quem não sinta no corpo e na mente algum efeito da pandemia. Pensando no sofrimento psicológico crescente que permeia a população durante a crise do novo coronavírus, o Instituto de Psicologia (IP) da USP estruturou um programa de atendimento on-line para atender alunos, professores e funcionários que compõem a comunidade USP. Para participar, os interessados devem se cadastrar no site da iniciativa. Após o preenchimento do formulário oficial, a equipe entra em contato em até 2 dias úteis para efetuar o agendamento da primeira consulta via videoconferência. De acordo com o professor Pablo Castanho, um dos coordenadores do projeto, a ansiedade é a queixa prevalente não apenas nos formulários recebidos, mas também registrada pelos próprios psicólogos que efetuam os atendimentos. Para Castanho, “uma das particularidades que a literatura da psicologia em situações de pandemia coloca é que quem está atendendo também está submetido aos mesmos fatores estressantes que a maior parte da população”. Por isso, o professor reforça a importância do braço educativo do projeto, que oferece capacitação aos psicólogos colaboradores e os qualifica para o trabalho necessário neste momento. Para o psicólogo, a iniciativa emergencial presta auxílio não apenas ao público atendido diretamente, mas também ao traçar modelos de referência para profissionais da área, modelos que são fundamentais na linha de frente do combate à pandemia. Para saber mais, é possível entrar em contato com a equipe de atendimento pelo e-mail psi.online@usp.br. Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga noSpotify, noApple Podcastsou seu aplicativo de podcast favorito. Ficha técnica Reportagem: Giovanna Stael Produção: Denis Pacheco Edição: Guilherme Fiorentini

11 minMAY 13
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Fazenda digital da USP leva inovação para produção agrícola

Uma “Fazenda Conectada”. Este é o novo projeto que está tornando a Fazenda Areão mais moderna. O local faz parte da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, e é utilizado para atividades de ensino, pesquisa e extensão. Em parceria com empresas de tecnologias, como a Vivo e Ericsson, além das startups Smart Agri e Ativa Soluções, a fazenda da Esalq passou a utilizar IoT, sigla em inglês para Internet das Coisas. A tecnologia permite que por meio do acompanhamento de dados on-line, em tempo real, os pesquisadores possam tomar decisões mais rápidas e assertivas com relação às plantações. Para entender como a técnica foi implementada e quais serão os próximos passos, conversamos com o professor Felipe Pilau, do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Esalq, e com Edson Rennó, CEO da Ativa Soluções, startup responsável pela instalação da IoT na Fazenda. A proposta é que além de estudantes, docentes e demais pesquisad...

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15 min2019 NOV 23
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Você já parou para escutar o que os diferentes tipos de som têm a nos dizer?

No colégio, aprendemos que o som é uma onda de energia que se propaga em meios materiais, como o are a água, por exemplo. Mas além de ser um fenômeno da física, você já parou para pensar em todos os mistérios que cercam os sons ao nosso redor? NoNúcleo de Pesquisas em Sonologia (NuSom), da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, em São Paulo, pesquisadores voltam suas mentes e ouvidos para entender diferentes questões que envolvem o estudo do som. Para o professorFernando Iazzetta, coordenador do NuSom e docente doDepartamento de Música da ECA, estudar os sons envolve perceber como “relações políticas, raciais, de gênero” se fazem presentes nas diversas produções sonoras. Além disso, para o especialista, compreender os contextos por trás de sons e músicas pode nos ajudar a planejar espaços urbanos, ampliar nossa compreensão sobre comunidades que compõem a cidade e até descobrir como esse tipo de produção pode ser usada contra nós, em guerras, po...

13 min2019 SEP 12
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24 min2019 APR 29
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