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Ciências, universidade, tecnologia, educação, cultura e atualidades, o Jornal da USP em sua versão podcast

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Brasil Latino: Wagner Tadeu Iglesias e Agnaldo Valentin e o funcionamento do Estado

A gestão pública tem sido alvo de várias críticas por não garantir a efetividade das políticas nas diferentes áreas da sociedade como educação, saúde, segurança pública e assistência social. O cenário não é somente brasileiro, mas atinge muitos países latino-americanos. Para tratar do tema, esta edição do Brasil Latino conversa com os professores Wagner Tadeu Iglesias e Agnaldo Valentin, ambos do curso de Gestão de Políticas Públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. Para os pesquisadores, as críticas são, em sua maioria, injustas, baseadas no senso comum difundido pela mídia que atribui aos governos todos os males existentes na sociedade, desconsiderando o contexto histórico no qual o Estado está inserido e para quais forças ele trabalha. Essas críticas desconhecem os mecanismos de funcionamento do Estado e de suas instâncias de governo, o que provoca desinformação e, em alguma medida, desalento social – daí a importância de cursos como o de Gestão de Políticas Públicas da EACH. Brasil Latino O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17h, pela Rádio USP FM 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). As edições do programa estão disponibilizadas em @brlatino, nos podcasts do Jornal da USP (jornal.usp.br) e nos agregadores de áudio como Spotify, iTunes e Deezer. .

54 min1 d ago
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Brasil Latino: Wagner Tadeu Iglesias e Agnaldo Valentin e o funcionamento do Estado

USP Analisa #26: Especialistas destacam importância das contranarrativas de movimentos sociais em questões históricas

Até que ponto um monumento pode realmente garantir a preservação de uma memória? E a destruição de uma estátua pode realmente apagar a história? No último episódio da série especial do USP Analisa sobre monumentos ligados a memórias dolorosas, a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, Giselle Beiguelman, e o pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Alberto Goyena, discutem as relações entre o patrimônio cultural e a memória e também as contranarrativas utilizadas por movimentos sociais em questões históricas. Goyena destaca que não há, na preservação, uma garantia de lembrança, assim como a destruição não necessariamente produz esquecimento. “Bastaria ver, por exemplo, as estátuas que, apesar de demolidas, deixando a sua ausência, se tornaram ainda mais presentes. Ou então, a gente pode também pensar que essa relação entre construir e destruir não é tanto a relação entre vida e morte, mas talvez entre nascimento e morte. Fica a vida como resultado provisório, dificilmente controlável, desse efeito que as estátuas têm na cidade. Nada garante na preservação que seja lembrado. São vários exemplos de estátuas mais ou menos preservadas, de pessoas que ninguém sabe quem são, não faz a menor ideia”, diz ele. Giselle lembra que existem exemplos de contranarrativas instituídas por movimentos sociais não apenas em relação a monumentos, mas à própria história, como a comemoração do Dia da Consciência Negra, em contraposição ao 13 de maio, como data da Abolição da Escravatura, um movimento que começou ainda na década de 70. “Essa instituição oficial, 30 anos depois, primeiro na cidade de São Paulo e depois em escala nacional, é fruto de um trabalho dos movimentos sociais, não de uma decisão de um governante ou outro. Da mesma forma, o tensionamento dos marcos da história das Bandeiras veio a partir das articulações dos grupos indígenas. Então, são essas forças que propõem estéticas da memória alternativas àquelas estéticas que os poderes hegemônicos instituíram como marcos da sua própria história”, afirma ela. Também participa da entrevista o especialista Gabriel Fernandes, do Centro de Preservação Cultural da USP, parceiro do USP Analisa na realização desta série especial. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em nosso canal no Telegram. USP AnalisaO USP Analisa Vai ao ar pela Rádio USP às quartas-feiras, às 18h05, com reapresentação aos domingos, às 11h30, e também está disponível nos principais agregadores de podcast. O programa é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP. Apresentação e edição: Thaís Cardoso. Produção: João Henrique Rafael Junior. Coordenação: Rosemeire Talamone. .

28 min1 d ago
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USP Analisa #26: Especialistas destacam importância das contranarrativas de movimentos sociais em questões históricas

Ciência USP #31: Como os jovens lidam com o isolamento social?

Não é fácil lidar com as incertezas e o isolamento que o coronavírus nos impôs. Nem para os adultos, nem para as crianças e adolescentes. Porém, adultos e jovens manifestam as angústias que estão enfrentando de maneiras diferentes. Neste episódio, falamos sobre a saúde mental das crianças e adolescentes durante a pandemia. Para isso, conversamos com o Guilherme Polanczyk, da Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, e com a Leila Tardivo, do Instituto de Psicologia da USP. Também falamos sobre uma das mais importantes notícias de ciência desta semana. Será que existe vida em Vênus? Levamos a pergunta a dois astrônomos. Apresentação: Silvana Salles Produção: Gabriel Guerra, Giovanna Stael e Silvana Salles Edição de som: Beatriz Juska e Guilherme Fiorentini

28 min2 d ago
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Ciência USP #31: Como os jovens lidam com o isolamento social?

Bacia de Santos possui condições para se tornar um reservatório de CO2

Na entrevista desta quinta-feira (17), a geóloga Mariana Ciotta descreveu como o Campo de Merluza, na Bacia de Santos, pode se tornar uma região capaz de abrigar um projeto de armazenamento de gás carbônico (CO2). Sob orientação do professor Colombo Celso Gaeta Tassinari, do Instituto de Geociências, a geóloga desenvolveu no Instituto de Energia e Ambiente(IEE) da USP a pesquisa Estudo de possibilidades para armazenar CO2 em reservatórios geológicos offshore na Bacia de Santos. “Quando o Brasil passa a ser signatário do Acordo de Paris, em 2015, a ideia é que sejam reduzidas as emissões de gases de efeito estufa. Isso pode ser feito de várias formas, como investir em energias mais limpas, evitar desmatamento, aumentar a eficiência energética, entre outras medidas, e também investir em armazenamento geológico de CO2”, descreveu a pesquisadora. O CO2, segundo Mariana, fica depositado nos poros das rochas. “E no caso do Campo de Merluza é favorável por ser um campo esvaziado de petróleo, que já atingiu sua fase final de vida”, explicou. A Bacia de Santos possui localização privilegiada, estando próxima de centros produtores e consumidores de derivados de petróleo. Em seu trabalho, Mariana realizou uma revisão bibliográfica que compilou informações sobre as diversas etapas envolvidas na seleção de um reservatório geológico de CO2. A pesquisa também traz um estudo de cálculo de estimativa de capacidade de armazenamento. “Essa favorabilidade não é apenas geológica”, como explicou Mariana: “A presença de infraestrutura já instalada na zona de merluza, como uma plataforma fixa e um gasoduto exclusivo, significa maior economicidade e menor dano ambiental da adaptação de campos depletados em óleo e gás para o uso como reservatório geológico de CO2”.

10 min2 d ago
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Bacia de Santos possui condições para se tornar um reservatório de CO2

USP Especiais #30: Inconfidência Mineira em música e verso

O Museu da Inconfidência – impressões de uma visitação, de Guerra-Peixe, e o Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles, nos trazem de volta a esse momento histórico e heroico do Brasil. O texto musical e o texto poético vão além da descrição dos livros de história e agregam um significado humanizado daquele fato. Na música, o drama está na representação subjetiva, que traz à tona a tragédia dos inconfidentes, ouvida aqui por meio da comoção do compositor diante das lápides, das correntes e dos objetos que testemunham esse momento. Cada movimento da obra sinfônica é um dado histórico, político e humano. Na poesia, a descrição nos conduz a uma imagem mais objetiva, tocante e dramática: o eu lírico de um inconfidente com seus pensamentos, as sentenças dos presos culpados e inocentes, a situação política pelo olhar do povo. O programa também traz a representação da Inconfidência nas canções da música popular. Na interpretação de músico...

57 min3 d ago
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USP Especiais #30: Inconfidência Mineira em música e verso

Desafios: como a publicidade é usada para “vender” boas causas

O programa Desafios foi realizado no dia 4/9, às 17h, e discutiu a publicidade quando não usada para vender produtos e sim para uma causa social; como e quando as agências publicitárias se engajam? Para participar desta discussão foram convidados a professora Clotilde Perez e o professor Dorinho Bastos, ambos da Escola de Comunicações e Artes da USP. Desafios é uma série de entrevistas, conduzidas pelo jornalista Luiz Roberto Serrano, com especialistas discutindo os maiores desafios do Brasil atualmente.

50 min4 d ago
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Desafios: como a publicidade é usada para “vender” boas causas

Momento Tecnologia #35: Novo Centro de Ondas Milimétricas da Poli permite o desenvolvimento de tecnologias 5G

Todos que utilizam internet pelo smartphone ou outro dispositivo portátil estão acostumados com nomenclaturas como 3G e 4G. O que poucos sabem é que esses “gês” remetem às frequências de ondas utilizadas na transmissão de dados. O 3G, por exemplo, trabalha entre 850 megahertz (MHz) e 2.100 megahertz, enquanto o 4G funciona na faixa de 2,5 gigahertz (GHz). Mas o avanço científico não para e os equipamentos mais modernos atuam em frequências muito acima dessas. Pensando nisso, foi inaugurado, na Escola Politécnica (Poli) da USP, o Centro de Ondas Milimétricas (mmW). O espaço permite que empresas e grupos de pesquisa desenvolvam equipamentos, circuitos e dispositivos de telecomunicação projetados para operar em frequências de até 110 GHz. Essas faixas permitem, por exemplo, o desenvolvimento de tecnologias 5G. Como explica Ariana Lacorte Serrano, professora da Poli e coordenadora do projeto, o objetivo do Centro mmW não é desenvolver por conta própria esse tipo d...

8 min4 d ago
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Momento Tecnologia #35: Novo Centro de Ondas Milimétricas da Poli permite o desenvolvimento de tecnologias 5G

Saúde sem Complicações #30: Entenda o que é o despertar intraoperatório

O podcast Saúde Sem Complicações desta semana recebe o médico anestesiologista e coordenador do Serviço de Dor Aguda da Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP, Renato Lucas, para falar de um fenômeno muito raro na medicina, o despertar intraoperatório. O despertar intraoperatório é caracterizado pelo acordar do paciente durante um procedimento cirúrgico. O anestesiologista explica que o paciente pode ter memórias explícitas do procedimento ou não obter lembranças do que houve durante a cirurgia, mas desenvolver comportamentos distintos no pós-operatório, como maior estresse e pesadelos. Lucas chama a atenção para a raridade do problema, ocorrendo em aproximadamente uma em cada 20 mil anestesias gerais e diminuindo as chances de ocorrência cada dia mais. Segundo o anestesiologista, os médicos tentam evitar ao máximo que esse fenômeno ocorra, realizando consultas preventivas para conhecer melho...

27 min4 d ago
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Saúde sem Complicações #30: Entenda o que é o despertar intraoperatório

Momento Sociedade #51: É preciso ter ousadia para realizar grandes obras públicas e modificar a vida nas cidades

No episódio do Momento Sociedade desta semana, José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, fala sobre a importância da elaboração de projetos estruturantes nas grandes cidades, considerados essenciais para modificar os centros urbanos de modo a melhorar a qualidade de vida da população. Portella comenta sobre o projeto do Hidroanel Metropolitano de São Paulo, estruturado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, cujo objetivo é a construção de hidrovias nos rios Pinheiros e Tietê, represas Billings e Taiaçupeba para possibilitar o transporte de cargas e pessoas, além do uso turístico das águas. Com o projeto, cerca de 115 milhões de toneladas de lixo poderiam ser transportadas por via hídrica, o que diminuiria as viagens de caminhão, a emissão de carbono e, consequentemente, melhoraria o ar na cidade. “Com um projeto como esse [o do hidroanel], é também possível ter usinas de recic...

8 min4 d ago
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Momento Sociedade #51: É preciso ter ousadia para realizar grandes obras públicas e modificar a vida nas cidades

Manhã com Bach #31: “Suítes para Violoncelo” de Bach “induzem” ouvinte à harmonia

“Como Bach consegue fazer harmonia com apenas um violoncelo? Como ele compõe para uma situação em que ele não pode empilhar as notas verticalmente e fazer a polifonia que é sua marca registrada? Ele faz isso criando uma ‘harmonia subentendida’. Ele a sugere, aponta para ela, planta a semente da harmonia. Ele remove todas as notas que pode para que da polifonia, despojada, não reste mais do que o essencial, deixando o ouvinte preencher as lacunas. Ele alterna fragmentos de linhas diferentes, de registros diferentes, e induz o ouvinte a pensar que está ouvindo mais do que uma linha ao mesmo tempo. Bach subentende a harmonia.” Essas afirmações são do jornalista canadense Eric Siblin, no seu livro As Suítes para Violoncelo – J. S. Bach, Pablo Casals e a Busca por Uma Obra-Prima Barroca, publicado no Brasil em 2014 pela É Realizações Editora, com tradução de Pedro Sette-Câmara. Elas foram citadas no programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos...

58 min5 d ago
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